domingo, 8 de abril de 2012

QUAL É A RELAÇÃO DA MANIPULAÇÃO DA PLANTA COM O ESTRESSE?



Entrevista dada pelo naturopata Nelson Silveira, para revista O Universo do Bonsai, Nº 8, de fevereiro de 1999.

“A formação exterior do estresse é a preocupação das pessoas com as influências externas. É sempre o que alguém está fazendo para ele, ou o chefe, ou o empregado. Essa incerteza do que o outro vai aprontar comigo é que me deixa em prontidão. Essa é a base sócio-biológica do estresse. Quando você vai lidar com sua planta, ela estará entregue e não vai ter uma reação contra você. E para que você possa se dedicar àquele momento tem que se entregar à planta, tem que estar atento ao crescimento de um galho, ou de afloração ou de uma raiz. Naquele momento o mundo lá fora não existe, cessa a influência social e seu organismo automaticamente diminui a produção de adrenalina e começa o processo de formação de outros hormônios. Para que a adrenalina seja eficiente ela inibe a ação de endorfina, melatonina, serotonina ou dos hormônios que trazem o amor próprio, o relaxamento, o prazer. Cada hormônio é ligado a uma emoção. Não existe uma emoção sem um hormônio. Ele é um correspondente bioquímico da situação psíquica emocional. Ficou nervoso? Adrenalina. Está com ódio? Adrenalina. Medo? Adrenalina. Está amando? Endorfina. proibido o têrmo? Serotonina. Relaxou? Melatonina. Sentiu-se aceito? Aumentou a insulina. Sentiu-se rejeitado? Diminui a insulina. Então quando você trabalha com uma planta, ela está te aceitando, tanto que o viço dela mostra aceitação, aumenta a insulina, diminui adrenalina. O contato é amoroso, aumenta a endorfina. Aquilo ali te relaxa, aumenta a melatonina, se te dá prazer, serotonina. O equilíbrio hormonal acontece no trabalho com a planta, por exemplo.”

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